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Exaustão. O corpo cansa e a mente pesa, A vida pesa e os dias desacelera Em torturantes pedras no caminho. O ar é sugado e o peito fica apertado, COLAPSO exausto... Pulo entre as pedras e  as as pernas  tropeçam Peço que o dia terermine sem saber quem vai ouvir essa  prese!  Oração a são ninguém,  Oração a mim,  que tenho que juntar todos os cacos sem se estilhaçar mais.
O extremo gritou dentro de mim, e quando ficou quase tudo escuro, Quase difícil de ver a pequena luz  e eu saltei e pedi ajuda, DENOVO. DENOVO a dose diária do remédios da "alegria". O amenizador da existência, O calmanye dia sensíveis que não conseguem andar.

Gira parado

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E nesse ciclo vicioso, de lutas e brigas a roda ainda gira. Gira, mas no mesmo lugar sem se mexer, A mente briga com a mesmice, Briga com os prazeres repetidos. Gira em círculos, me cansa mas ainda gira,  E naquele lema da roda, que  hora está por cima e outra por baixo,  desenho a minha vida.
Eu não quero ser uma peça de carne no seu abatedouro. Alimentar suas necessidades, e ser uma peça descartável. Eu tenho um universo além da casca e das normas, quero  poder entregar os vários que sou, Mas você precisa adentrar meus olhos, minhas entranhas e sentir, todas as constelações que há mim... Quero que todas as armaduras caiam, assim revelando a verdeira face que muitos não veem. Se dissolver em uma única mistura com as suas misturas.
Hoje recebi uma flor amarela. E nela veio um abraço apertado um olhar pequeno e brilhoso Um sorriso largo, amável e desajeitado. Fazia tempo que  não recebia tanto em tão pouco, Fazia tempo, que flores amarelas não ganhavam cores. Fazia tempo que não via flores em alguém...
As vezes me perco em mim nas situações sem perceber As situações do dia dia que  suga a razão, tira as emoções e faz caminhar sem sentir o chão. Hoje acordei percebendo os acelerados, me percebendo. Chateado em estar em um ciclo repetitivo. Em relações rasas, de egos que gritam, disputas sem que sejam percebidas. 
Há dias  ando acordando a flor da pele, Há dias que os dias tem sido intensos sobre meus olhos cansados dos mesmos dias. Há dias minha pele  quer se despir Dos acúmulos, dos fardos Há dias  que ando perdido em mim, "Desvaneando" sobre os pensamentos.

Madrugadas...

Madrugadas ... Uns dormem para logo ir trabalhar, Outros perambulam sem destino, para sua realidade apagar. Mortes, negócios, ocios e ocios Ah que agonia e aflição não entendo essa descontentação... Madrugadas em prantos o travesseiro é o confessionário das inquietações. Na noite até o sol raiar, uns trabalham, para  a  vida não parar.. Ah vida, ah madrugadas, disso só a?quero experiência e clareza.o No canto escuro pareço que vou continuar ( onde todos querem  ficar) Pode ser romantização. Dessa vida só quero voar.

Cansei

Cansei... Cansei de mim  e de  você Cansei das mentiras, das futilidades. Isso tudo só aumenta o grande vaco, eu sou um vaco. Uma brecha esperando o tempo enfim esgotar. Eu estou esgotado de tudo e de todos.

Fazia tempo

Fazia tempo.  Fazia tempo que não sentia vontade de chorar, Fazia tempo que não sentia a sensibilidade querer sair pelo meus olhos, Olhando para o céu... Fazia tempo  que o mórbido não me fazia querer chorar,  e os vazios dos espaços cheios, dentro de mim escoar e arder nas entranhas. Fazia tempo que não me sentia. Fazia tempo...