Foi no pé de manga que mal tava manga.
Já velho, mas ainda estava em pé,
O quintal era grande, muito mato e arvores,
Ainda era criança, amava se pendurar nas arvores e imaginar.
Foi no pé de manga, que nem está mais lá!
Não me lembro ao certo, só me vem os flashes,
e o dia nublado.
Ali a igreja "teria condenado mais um pecado"
abominado.
Quando subi no pé manga, lá já estava,
cheio de lábia.
Na adolescência e na infância, distintas mudanças.
A adolescência,no fervo dos hormônios, pelos
pubianos, está latejando! querendo sair...
A infância, inocência... caiu de boca.
Ali uma mudança começava, despertava,
coceiras que nem sabia que tinha...
No pé de manga, pela primeira vez viu
"catarro'' Sair de outro lugar.
Macio e cheiro forte, gosto esnobe!
Exaustão. O corpo cansa e a mente pesa, A vida pesa e os dias desacelera Em torturantes pedras no caminho. O ar é sugado e o peito fica apertado, COLAPSO exausto... Pulo entre as pedras e as as pernas tropeçam Peço que o dia terermine sem saber quem vai ouvir essa prese! Oração a são ninguém, Oração a mim, que tenho que juntar todos os cacos sem se estilhaçar mais.
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