Foi no pé de manga que mal tava manga.
Já velho, mas ainda estava em pé,
O quintal era grande, muito mato e arvores,
Ainda era criança, amava se pendurar nas arvores e imaginar.
Foi no pé de manga, que nem está mais lá!
Não me lembro ao certo, só me vem os flashes,
e o dia nublado.
Ali a igreja "teria condenado mais um pecado"
abominado.
Quando subi no pé manga, lá já estava,
cheio de lábia.
Na adolescência e na infância, distintas mudanças.
A adolescência,no fervo dos hormônios, pelos
pubianos, está latejando! querendo sair...
A infância, inocência... caiu de boca.
Ali uma mudança começava, despertava,
coceiras que nem sabia que tinha...
No pé de manga, pela primeira vez viu
"catarro'' Sair de outro lugar.
Macio e cheiro forte, gosto esnobe!
A vida é frágil, a vida é curta...
A vida é curta, frágil... O tempo não para você pensar, o seu corpo não espera. Amadurece ou não, envelhece, esquece.. Nesse curto prazo tudo pode acontecer, podemos, melhorar, revolucionar ou retroceder A única certeza, é que, um dia vamos morrer! Esqueça a utopia do céu, esse sim nos faz todos réus. Como a criança que quer descobrir o mundo, sem ideais, sem preconceitos, sem julgamentos sem dedos na cara, Pare e pensa, o tempo não para! Seja sensível, olhe nos olhos, olhe-se, fique sozinho... Faça do tempo, o seu tempo, da vida um desenho daquilo que acredita, e sinta-se confortável. Antes de adoecer fisicamente, trabalhe a mente, abra a mente, olhe o agora, no momento presente. Melhor que se sentir mal, pela falácia, não esqueça que somos todos vitimas... Vitimas de nós mesmos. Meu corpo é ato politico, existir é ato politico, resistir é. Hoje me assusto com a ameaça de ser quem eu Sou, Me assusta saber que tudo o que criamos, rótulos, crenças, gêneros, regras, regras, regras, etiq...
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