No meu pequeno espaço quadrado,
porta amarela manchada de tinta óleo,
parede marcada com mãos de tinta,
minhas marcas de momentos de completa
desordem...
Nesse espaço que expressa o que sou por
dentro e por fora.
Deitado na cama de cara com a pia,
Esse pequeno espaço são os traços,
do meu dia a dia.
Onde fundo-me com todo o resto,
me tornando apenas esse espaço
pequeno , quadrado.
Exaustão. O corpo cansa e a mente pesa, A vida pesa e os dias desacelera Em torturantes pedras no caminho. O ar é sugado e o peito fica apertado, COLAPSO exausto... Pulo entre as pedras e as as pernas tropeçam Peço que o dia terermine sem saber quem vai ouvir essa prese! Oração a são ninguém, Oração a mim, que tenho que juntar todos os cacos sem se estilhaçar mais.
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