No fim estaremos sozinhos,
não terá mãos para segurar,
ombros para chorar...
Somos a melhor companhia de nós,
O acalento de nós mesmos!
As relações de amizades, gozos, prazeres
não devem ser apegos.
E como já diziam: todo dia é um dia a menos, não ( há )mais.
Essa matéria que nos projeta, está em decomposição...
Me perco e não me vejo...
Faço dos excessos meu grito, do que pode ser um desespero...
A vida é frágil, a vida é curta...
A vida é curta, frágil... O tempo não para você pensar, o seu corpo não espera. Amadurece ou não, envelhece, esquece.. Nesse curto prazo tudo pode acontecer, podemos, melhorar, revolucionar ou retroceder A única certeza, é que, um dia vamos morrer! Esqueça a utopia do céu, esse sim nos faz todos réus. Como a criança que quer descobrir o mundo, sem ideais, sem preconceitos, sem julgamentos sem dedos na cara, Pare e pensa, o tempo não para! Seja sensível, olhe nos olhos, olhe-se, fique sozinho... Faça do tempo, o seu tempo, da vida um desenho daquilo que acredita, e sinta-se confortável. Antes de adoecer fisicamente, trabalhe a mente, abra a mente, olhe o agora, no momento presente. Melhor que se sentir mal, pela falácia, não esqueça que somos todos vitimas... Vitimas de nós mesmos. Meu corpo é ato politico, existir é ato politico, resistir é. Hoje me assusto com a ameaça de ser quem eu Sou, Me assusta saber que tudo o que criamos, rótulos, crenças, gêneros, regras, regras, regras, etiq...
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