Sinto o declínio da sanidade,
o esgotamento transborda e me afoga,
nas incertezas de tudo...
Sinto a agonia de procurar evasões vazias.
Em cascas supérfluas, criar formas externas de afirmação.
Todo tempo, todos os lados emitem formas de posturas,
e gritos silenciosos, velados...
É como um irmã, você apenas sente-se puxado sem um controle,
você se envolve e entrega seus olhos ao marasmo confortável.
Mas será que é só isso?
Dias iguais, repetições daquilo automático.
Me sinto um furacão em erupção, queimando por dentro,
sinto o desastre da gaiola "invisível".
Engessado, imóvel, inerte...
Até as lagrimas são controladas, elas vem e ficam bloqueadas,
e como pesam...
É inexplicado o conflitos de sensações e emoções.
Nilismo, céticismo e todo peso de entender-se, de ser,
de precisar SER.
Queremos só conformo e gozo!
Perder a sanidade é como uma luz no fim do túnel.
talvez seja a melhor gozada!
A vida é frágil, a vida é curta...
A vida é curta, frágil... O tempo não para você pensar, o seu corpo não espera. Amadurece ou não, envelhece, esquece.. Nesse curto prazo tudo pode acontecer, podemos, melhorar, revolucionar ou retroceder A única certeza, é que, um dia vamos morrer! Esqueça a utopia do céu, esse sim nos faz todos réus. Como a criança que quer descobrir o mundo, sem ideais, sem preconceitos, sem julgamentos sem dedos na cara, Pare e pensa, o tempo não para! Seja sensível, olhe nos olhos, olhe-se, fique sozinho... Faça do tempo, o seu tempo, da vida um desenho daquilo que acredita, e sinta-se confortável. Antes de adoecer fisicamente, trabalhe a mente, abra a mente, olhe o agora, no momento presente. Melhor que se sentir mal, pela falácia, não esqueça que somos todos vitimas... Vitimas de nós mesmos. Meu corpo é ato politico, existir é ato politico, resistir é. Hoje me assusto com a ameaça de ser quem eu Sou, Me assusta saber que tudo o que criamos, rótulos, crenças, gêneros, regras, regras, regras, etiq...
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