Sinto o declínio da sanidade,
o esgotamento transborda e me afoga,
nas incertezas de tudo...
Sinto a agonia de procurar evasões vazias.
Em cascas supérfluas, criar formas externas de afirmação.
Todo tempo, todos os lados emitem formas de posturas,
e gritos silenciosos, velados...
É como um irmã, você apenas sente-se puxado sem um controle,
você se envolve e entrega seus olhos ao marasmo confortável.
Mas será que é só isso?
Dias iguais, repetições daquilo automático.
Me sinto um furacão em erupção, queimando por dentro,
sinto o desastre da gaiola "invisível".
Engessado, imóvel, inerte...
Até as lagrimas são controladas, elas vem e ficam bloqueadas,
e como pesam...
É inexplicado o conflitos de sensações e emoções.
Nilismo, céticismo e todo peso de entender-se, de ser,
de precisar SER.
Queremos só conformo e gozo!
Perder a sanidade é como uma luz no fim do túnel.
talvez seja a melhor gozada!
Exaustão. O corpo cansa e a mente pesa, A vida pesa e os dias desacelera Em torturantes pedras no caminho. O ar é sugado e o peito fica apertado, COLAPSO exausto... Pulo entre as pedras e as as pernas tropeçam Peço que o dia terermine sem saber quem vai ouvir essa prese! Oração a são ninguém, Oração a mim, que tenho que juntar todos os cacos sem se estilhaçar mais.
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