E mais uma vez
o ócio corrói o vazio da vida,
sem vida no meus olhos
cansados, dos dias cinzas.
E mais uma vez a madruga vazia,
pesa no meu estomago  faminto
por novas energias que querem
ser digeridas no ócio
de mais um dia.
E mais uma vez, e mais uma,
MAIS UMA, e mais  uma vez...  

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