E mais uma vez
o ócio corrói o vazio da vida,
sem vida no meus olhos
cansados, dos dias cinzas.
E mais uma vez a madruga vazia,
pesa no meu estomago faminto
por novas energias que querem
ser digeridas no ócio
de mais um dia.
E mais uma vez, e mais uma,
MAIS UMA, e mais uma vez...
Exaustão. O corpo cansa e a mente pesa, A vida pesa e os dias desacelera Em torturantes pedras no caminho. O ar é sugado e o peito fica apertado, COLAPSO exausto... Pulo entre as pedras e as as pernas tropeçam Peço que o dia terermine sem saber quem vai ouvir essa prese! Oração a são ninguém, Oração a mim, que tenho que juntar todos os cacos sem se estilhaçar mais.
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