Eu escolho a vida,
os desencontros, as incertas,
a felicidade e consequentemente
a tristeza...
Ela sempre vem,
no vazio e nas entranhas
há renascimentos,
no fundo e aqui
dentro...
 Eu escolho me retirar
para emergir, entender-me
florescer, desenvolver.
Eu escolho a vida!
Escolho dar-me meu sentido,
mesmo nos dias sozinho
na cama que me sucumbi
e os dias sem sentidos,
ansiedades e vazios...
Eu escolho a vida.
Mantras, e livros.
Consolo no sol que alimenta a melanina,
enche-me de energia
em manhas frias...
Eu escolho a vida que
é experimentação,  amplo, vasto
campo para compreensão
e ainda sim muitas,
muitas questões...
Eu escolho a vida.
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