Eu escolho a vida,
os desencontros, as incertas,
a felicidade e consequentemente
a tristeza...
Ela sempre vem,
no vazio e nas entranhas
há renascimentos,
no fundo e aqui
dentro...
Eu escolho me retirar
para emergir, entender-me
florescer, desenvolver.
Eu escolho a vida!
Escolho dar-me meu sentido,
mesmo nos dias sozinho
na cama que me sucumbi
e os dias sem sentidos,
ansiedades e vazios...
Eu escolho a vida.
Mantras, e livros.
Consolo no sol que alimenta a melanina,
enche-me de energia
em manhas frias...
Eu escolho a vida que
é experimentação, amplo, vasto
campo para compreensão
e ainda sim muitas,
muitas questões...
Eu escolho a vida.
A vida é frágil, a vida é curta...
A vida é curta, frágil... O tempo não para você pensar, o seu corpo não espera. Amadurece ou não, envelhece, esquece.. Nesse curto prazo tudo pode acontecer, podemos, melhorar, revolucionar ou retroceder A única certeza, é que, um dia vamos morrer! Esqueça a utopia do céu, esse sim nos faz todos réus. Como a criança que quer descobrir o mundo, sem ideais, sem preconceitos, sem julgamentos sem dedos na cara, Pare e pensa, o tempo não para! Seja sensível, olhe nos olhos, olhe-se, fique sozinho... Faça do tempo, o seu tempo, da vida um desenho daquilo que acredita, e sinta-se confortável. Antes de adoecer fisicamente, trabalhe a mente, abra a mente, olhe o agora, no momento presente. Melhor que se sentir mal, pela falácia, não esqueça que somos todos vitimas... Vitimas de nós mesmos. Meu corpo é ato politico, existir é ato politico, resistir é. Hoje me assusto com a ameaça de ser quem eu Sou, Me assusta saber que tudo o que criamos, rótulos, crenças, gêneros, regras, regras, regras, etiq...

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