Estou aprendendo a fechar os meusolhos,
e sentir à brisa da vida e os sons do dia.
Estou aprendendo a fechar os meus olhos para enxergar o que não enxergo de os olhos abertos...
Por trás do que fica exposto
inerente,
A casca esconde que muitos sentem
Meus telefones olhos fechados me mostram caminhos que são como são,
E a película que "protege" a vida,
Dos que morreram em vida em vão...
Eu fecho os meus olhos para fundir minha alma com a sensibilidade
para ter clareza de não robotizar mais, meus dias,
Eu fecho os meus olhos para olhar o vazio apenas ser,
e o eco escoar na imensidão do âmago.
Eu fecho os meus olhos para se conectar com o transcendental das cores.
Para dançar com o vento e a sacola de plástico que voa sobre o asfalto cinza
A vida é frágil, a vida é curta...
A vida é curta, frágil... O tempo não para você pensar, o seu corpo não espera. Amadurece ou não, envelhece, esquece.. Nesse curto prazo tudo pode acontecer, podemos, melhorar, revolucionar ou retroceder A única certeza, é que, um dia vamos morrer! Esqueça a utopia do céu, esse sim nos faz todos réus. Como a criança que quer descobrir o mundo, sem ideais, sem preconceitos, sem julgamentos sem dedos na cara, Pare e pensa, o tempo não para! Seja sensível, olhe nos olhos, olhe-se, fique sozinho... Faça do tempo, o seu tempo, da vida um desenho daquilo que acredita, e sinta-se confortável. Antes de adoecer fisicamente, trabalhe a mente, abra a mente, olhe o agora, no momento presente. Melhor que se sentir mal, pela falácia, não esqueça que somos todos vitimas... Vitimas de nós mesmos. Meu corpo é ato politico, existir é ato politico, resistir é. Hoje me assusto com a ameaça de ser quem eu Sou, Me assusta saber que tudo o que criamos, rótulos, crenças, gêneros, regras, regras, regras, etiq...
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