Estou aprendendo a fechar os olhos,
e sentir à brisa da vida e os sons do dia.
Estou aprendendo a fechar os olhos para enxergar o que não enxergo de os olhos abertos...
Por trás do que fica exposto inerente,
A casca esconde o que muitos sentem...
Meu olhos fechados me mostram caminhos que são como são,
E a película que "protege" a vida,
Dos que morreram em vida em vão...
Eu fecho os meus olhos para fundir minha alma com a sensibilidade
para ter clareza de não "robotizar" mais, meus dias,
Eu fecho os meus olhos para olhar o vazio apenas ser, e o eco escoar na imensidão do âmago.
Eu fecho os meus olhos para se conectar com o transcendental das cores.
Para dançar com o vento e a sacola de plástico que voa sobre o asfalto cinza.
Exaustão. O corpo cansa e a mente pesa, A vida pesa e os dias desacelera Em torturantes pedras no caminho. O ar é sugado e o peito fica apertado, COLAPSO exausto... Pulo entre as pedras e as as pernas tropeçam Peço que o dia terermine sem saber quem vai ouvir essa prese! Oração a são ninguém, Oração a mim, que tenho que juntar todos os cacos sem se estilhaçar mais.
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