Gosto de mato, vinho barato,
brejas geladas, na calçada...
Gosto de mato e ficar descalço
Sem medo do viés alheio ou querer agradar para se encaixar...
Gosto de meditar, relaxar pensar, observar, olhar...
Gosto dos caminhos alternativos, dos introvertidos, dos que lêem livros...
Gosto da escrita, das rimas, das boas pessoas, das energias que vibram sobre a vida...
Gosto dos que vêem além da casca supérflua e sentem o divino no nada,
Gosto da sensibilidade, das artes
E de tudo que faça sair dos ciclos monótonos automáticos, dos dias cansados.
A vida é frágil, a vida é curta...
A vida é curta, frágil... O tempo não para você pensar, o seu corpo não espera. Amadurece ou não, envelhece, esquece.. Nesse curto prazo tudo pode acontecer, podemos, melhorar, revolucionar ou retroceder A única certeza, é que, um dia vamos morrer! Esqueça a utopia do céu, esse sim nos faz todos réus. Como a criança que quer descobrir o mundo, sem ideais, sem preconceitos, sem julgamentos sem dedos na cara, Pare e pensa, o tempo não para! Seja sensível, olhe nos olhos, olhe-se, fique sozinho... Faça do tempo, o seu tempo, da vida um desenho daquilo que acredita, e sinta-se confortável. Antes de adoecer fisicamente, trabalhe a mente, abra a mente, olhe o agora, no momento presente. Melhor que se sentir mal, pela falácia, não esqueça que somos todos vitimas... Vitimas de nós mesmos. Meu corpo é ato politico, existir é ato politico, resistir é. Hoje me assusto com a ameaça de ser quem eu Sou, Me assusta saber que tudo o que criamos, rótulos, crenças, gêneros, regras, regras, regras, etiq...
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