Gosto de mato, vinho barato,
brejas geladas, na calçada...
Gosto de mato e ficar descalço
Sem medo do viés alheio ou querer agradar para se encaixar...
Gosto de meditar, relaxar pensar, observar, olhar...
Gosto dos caminhos alternativos, dos introvertidos, dos que lêem livros...
Gosto da escrita, das rimas, das boas pessoas, das energias que vibram sobre a vida...
Gosto dos que vêem além da casca supérflua e sentem o divino no nada,
Gosto da sensibilidade, das artes
E de tudo que faça sair dos ciclos monótonos automáticos, dos dias cansados.
Exaustão. O corpo cansa e a mente pesa, A vida pesa e os dias desacelera Em torturantes pedras no caminho. O ar é sugado e o peito fica apertado, COLAPSO exausto... Pulo entre as pedras e as as pernas tropeçam Peço que o dia terermine sem saber quem vai ouvir essa prese! Oração a são ninguém, Oração a mim, que tenho que juntar todos os cacos sem se estilhaçar mais.
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