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Mostrando postagens de outubro, 2018

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Durante à noite, foi um, vira pro lado e vira pro outro, cabeça cheia à tagarelar. ( as vezes até o dia clarear) Depois de alguns horas dormir cedinho acordo, ansioso, agoniado. Na maioria das vezes passo o dia  na cama, mas quando quero melhorar, me obrigo a levantar e tento os acúmulos arrumar,( porque se não, não dá pra andar) Isso pode levar horas, ficar em pé em determinados dias é uma guerra interna... Drasticamente as coisas podem mudar, eu levanto e quero dançar, cantar e gritar...

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Tinta Óleo sobre tela. Tinta oleo sobre tela Tinta Sobre Óleo. tinta óleo sobre tela. Tinta de tecido sobre tecido .

As vezes me pego pensando onde quero chegar.

As vezes me pego pensando onde quero chegar. Essa rotina mórbida me cansa, parece que vivemos no automático, mal nos olhamos, ou conseguimos apreciar coisas simples da vida. As pressões sociais atrofia o cérebro das pessoas, existem preocupações não preocupantes. Me assusto em pensar em viver num ciclo apenas de rotinas, preocupado apenas em pagar as contas. Tenho que acender todos os dias a "caixinha escura" para não esquecer dos meus objetivos. Quero experiências, sensações e novos conhecimentos, não quero viver no conformismo!                                                                                              Rafael A. Domingos 2016

Ele sente demais...

"Ele sente demais... Seus sentimentos transbordam em seu olhar, seu maior desafio é controlar suas emoções pois o fato de sentir demais interferem sua visão e seus instintos. Muitos não o entendem e fazem seus julgamentos irracionais, rotulam de bobo e carente. Mas como julgar o que não se conhece? Sentimentos são indescritíveis. Ele conhece a guerra da razão e emoção e desconstruir muitos conceitos não é fácil por mais racional que você seja"....                                                                                                                               Rafael A. Domingos 2016

Ele se sente vazio...

" Ele se sente vazio, com instabilidade de humor. Apesar de saber que ninguém pode completar suas lacunas além dele mesmo, isso o afeta diretamente. Antes tudo tinha um propósito na sua cabeça moldada, mas quando se questionou das coisas que se diziam certas, entrou em conflito. "                                                                                 Rafael Antônio Domingos 2016

Ele se entregava demais...

" Ele se entregava demais... Mas não era para qualquer um, tinha que acontecer uma ligação, um elo de empatia e ideias. Foram poucas as vezes, mas certa vez aconteceu. Seu apego ultrapassava a sua razão e os sentimentos de solidão e desvalorização transbordavam dentro dele. Lutava para se livrar do apego, e sabia que essa guerra estava longe de acabar..."                                                                                                                                                                     Rafael A. Domingos 2016

Numa noite fria..

"...Numa noite fria, onde a agonia se fazia presente, e em um ato de desespero deu ouvidos a sua razão. Em um lampejo de realidade, olhou para sí e decidiu galgar novos caminhos. Ele sabia que seus medos tentariam lhe vencer, mas estava disposto a traçar novamente essa luta. Sua auto sabotagem estava no limite, e se mutilar já não lhe trazia mais alívio..."                                                                                                                                                                                      ...

Seus fantasmas gritam suas piores fraquezas...

"...Seus fantasmas gritam suas piores fraquezas e sua luta ainda não está vencida. Ele parece ser paciente, mas no seu subconsciente gritos ensurdecedores de libertação. A sensação de fim, são constantes, mas ele tenta enxergar a pequena luz na sua escuridão. Ele é a mescla da luz e da sombra, em seu olhar profundo e misterioso ainda há doçura..."                                                                                                                                                                                          ...

"No fervor da aflição perguntou ao vento...

" No fervor da aflição perguntou ao vento: " O que seria a vida? ". Sem resposta respirou profundamente e engoliu a mágoa de não saber o seu sentido. Sentia- se sufocado e sem rumo, não sabia qual era o remédio de sua dor, vivia numa ansiedade sem fim. " Rafael A.  Domingos 2016

Viver.

Viver. " Quando descobri que viver sem pretensão , armação, alienação me faria viver. Viver sem destinar, desenhar, sem sonhar! Apenas viver. Viver o agora sem a pretensão de morrer. Sorrir, brincar e desapegar! Não precisa guardar, acumular para recordar... Viver sem que o relógio possa cronometrar ou calcular, Viver. "                                                                          Rafael A. Domingos - 2016 

.Ele já não quer mais dor...

..Ele já não quer mais dor. Está fatigado de si próprio e das emoções que o sufoca. Sente o desequilíbrio por várias vezes, desconstruindo doutrinas e regras ditas.  Sua melhor terapia agora, é o seu silêncio, já não aguenta mais sua mente barulhenta, presa em seu corpo indisposto. O desgaste da rotina.  Vendeu sua liberdade, criou várias máscaras e personagens. Adaptou-se para não aniquila-se.  Agora ele não tem mais um roteiro, só quer arrancar  a raiz da dor.                                                             Rafael A. Domingos - 2016

A fera quer se alimentar de sí próprio, para fugir de sí...

" Quando está faminto. Faminto há ponto de perder à razão, e seus instintos revelam -se , e por instantes, seu lado visceral são seus olhos, a sua razão. Descontrole físico, a cada rosnada do seu estômago, descontrole e fisgada, descontrole a cada camada abissal de sí. O animal impulsivo, compulsivo quer se alimentar, e cobrir, cada lacuna vazia de seu âmago. A fera quer se alimentar de sí próprio, para fugir de sí. Segue a insuportável escravidão de ser o ideal, mais desleal que possa existir. Não consegue respirar a vida, a morbidez da vida."                                                                                            Rafael A. Domingos  - 2017

As vezes as lembranças de infância voltam e me fazem sentir saudades do tempo em que brincar era minha única vontade.

As vezes  as lembranças de infância voltam e me  fazem sentir saudades do tempo em que brincar era minha única vontade.  Do período da escola, apesar das chacotas, lembro de amar o ambiente da sala de leitura e os dias em que podíamos ficar fora da sala, na quadra. Brincar no quintal, pisar no barro, tocar as campainhas e sair correndo, passar o dia pintando, desenhando, sem ver as horas passar... Brigar e minutos depois abraçar, se desculpar. Essa ingenuidade, sinceridade me fazem falta. Por isso eu digo, a vida adulta é guardar tudo isso na memoria, sem volta. São cobranças, rotinas e desavenças continuas... Eu sei que, o passado deve só na lembrança ficar, sem ter que no presente, querer voltar. Mas o que ser adulto pode nos  tornar, assassinos da nossa humanidade, isso sem querer generalizar... Mas matar por matar, as diferenças não saber respeitar, é a criança que fomos um dia assassinar! Querem a nossa boca calar, com doutrinas e dogmas ancestrais, que não con...

A luta não acabou...

E o povo alienado, elegeu o fascista declarado! Em tempos de ódio é difícil se manter sombrio Com promessas que ameaçam as nossas vidas,  o POVO elegeu mais um FASCISTA!  As minorias aplaudindo com fogos e sorrisos, as chibatas que nas suas costas estralam. Pobres que foram votar, nem sabiam o numero na urna digitar. É assim que eles ganham nas nossas costas, nos fazendo de idiotas... Ao invés de, através da educação nos ajudar, facilitaram as armas,  para à violência só aumentar! Mas isso não é de hoje, são muitos anos de resistência, para morrer nossas lutas em só 4 anos de sentença! Meus caros irmãos de luta e de guerra,  ficaremos triste hoje, mas amanhã levantaremos e  resistiremos.                                                                       ...

E por vezes eu...

Eu nunca me senti parte de nada, sempre senti ( sinto) desconfortos, tanto com o social e comigo mesmo. Eu gosto de interação ao mesmo tempo que não. Me viro bem com relação aos disfarces, minha coleção dos vários que posso ser ou sou, aparece em seu momento certo. Camuflagem? Não sei, só que  tudo parece ir contra mim. Não é romantizar é apenas externar aquilo que  fica, a me incomodar. Quantas vezes de estranho fui chamado, apenas por ser calado.  E por vezes eu, mesmo acreditei nisso. Mas quando eu parei para pensar o que é estranho, me veio varias questões e interrogações! Eu nunca consegui manter uma linha, sempre cai por terra. Meu olhos entregam fácil o que minha boca não fala... Fico muito desgastado emocionalmente sem saber, ao certo o que sinto. Odeio a obrigação de fazer algo, tudo que envolve obrigatoriedade, me causa desconfortos, inibição. As vezes cometo muito excessos, seja o comer, falar, ou no meu canto ficar... E nisso, o meu corpo...

Será que tudo precisa se encaixar?.

Foram tantos sins querendo dizer não, eu já fui segundo plano para coloca-los em primeiro. Ser sincero consigo é linha em constante crescente. Descascar-se em carne viva exige luta, porque tem carnes, nossas carnes, são difíceis de rasgar... Foram anos tentando montar  um quebra cabeça, com todas as minhas partes, desorganizadas e encontrar esses encaixes certos, tem sido diariamente, tatear sobre a escuridão, sem saber ao certo qual peça vou encontrar, ou se vai se encaixar... Certo é que cada experiência é uma nova vivência, e viver amadurece ou não! Esse quebra cabeça que é essa vida, com peças incertas, horas que encaixam, horas nos estressam, eu sempre fico a pensar: Será que tudo precisa se encaixar?.                                                                      Rafael A...

Na minha estranheza, que me pus, ou puseram-me, fico confuso em pensar sobre a sensibilidade do animal que se diz racional

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Meu lado visceral é como um mostro invisível, que dorme e não se sabe quando vai despertar. Inconstante, Quando acorda me tira o ar, me dilacera por dentro fazendo com que eu brigue comigo. É como se o meu lado negro invisível aos olhos cansados do mundo, pelo homem pintado, e das promessas de céus. Me rebelasse em revoltas, sendo Ouroboros, Destrutivo a si próprio... Ou não. Eu sou meu caos! Penso em me controlar, mas existe dualidade. Sentimentos incontroláveis como entidades que ficam a merce do improvável sentimento de ser. Na minha estranheza, que me pus, ou puseram-me, fico confuso em pensar sobre a sensibilidade do animal que se diz racional. Não consigo me encaixar, ou usar correntes de outros. Eu sou a minha própria prisão! Minha própria tortura. Em algumas manhãs consigo enxergar a simples e magnifica beleza da luz que penetra a janela de vidro quebrado, e quando atravessa à cortina branca amarelada, cria uma nuance tão linda que me faz ter, outra perspectiv...

Nem que eu quissesse explicar você não entenderia.

Nem que eu  quisesse explicar,você não entenderia. Sentimentos não se explicam, se sentem, é subjetivo. Tem dias que não existe cor, ou música que faça vibrar. A agonia de carregar-se é um farto, que mal me deixa ficar em pé. Tudo incomoda, principalmente as pessoas. No fundo um desejo incessante que tudo isso passe. As vezes é muito forte a ponto de ser algo que controla meus pensamentos, atos, ânimos...

Mais um dia...

Entrei em casa depois da meia noite. Já exausto de um longo dia,  de  mais de doze horas longe do meu "lar". Lar esse, que  já não sei se posso chamar  de doce. Chego tão cansado que mal consigo desfrutar dessas pequenas horas que fico sem ter se preocupar, e sem e marcar ter meu ponto, para que nem um minuto, venha a descontar... Às vezes, bebo algo para relaxar, coloco uma música para dançar. Mas rapidamente o cansaço se faz forte, depois de horas em pé no  transporte. E quando penso em me distrair, ou ver um filme  que faça  refletir, me lembro que já são quase duas horas da madrugada. E me preparo para dormir. Mais tarde à onze ou antes, preciso levantar, porque para o trabalho preciso me aprontar.  Assim começa mais um dia. Nesse ciclo, que cansa ( nós), não sei como que fazer, vendo todas as minhas energias, não me priorizo, bem vindo ao Capitalismo.                        ...

Passa a vida, corre o tempo...

Passa a vida, corre o tempo Nada volta a não ser a memória. Não me entendo, logo não entendo os outros. Ando sofrendo de mim mesmo e das lacunas de dores profundas. Nada me sustenta, a não ser as válvulas que meus descontroles, criaram para se distrair                                                                        Rafael A. Domingos.

Um conflito

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Hoje tomo de doze em doze, Foi a única forma de Tentar, Continuar, Respirar... Um conflito, Não sabia se me entregava na dor, no escuro sucumbia Ou me rendia a mais uma droga, no meu dia, dia. Sempre irão nos bater, seja com prazer, em apenas um olhar te condenar. Velado dói mais que escancarado. Viver em um mundo paralelo, uma realidade de dois elos? A mente tortura, ou liberta, vai de nós essa descoberta.                                                                                                   Rafael A. Domingos.

Ela é um mistério.

Sobre o seu olhar, profundo  e olhos puxados, coberto de mistério, brilho opaco, bem traçado, Ela contagia,  mas ainda é um mistério! Sorriso largo, fácil, mistério. Inteligente, de opinião, irônica, mistério! Sabe conversar, encantar, mas em seu canto prefere ficar. Em seu violão, as vezes tocar, Ela é um mistério.                                   (Rafael A.Domingos)

Talvez o tempo conserte ou deixe inerte.

Se não há forças genuínas, Se os atos já são deboches, ironias, apenas vá... Se a e cumplicidade  se faz vazia, apenas vá... Talvez o tempo conserte ou deixe inerte.                                                             (Rafael A.Domingos)

Toda morte causa vazio, Interrogação, desespero e reflexão. O que é deixar de viver?

Toda morte causa vazio, Interrogação, desespero e reflexão. O que é deixar de viver? Não acordar ou vivo, ficar a vagar? Cada vez que a morte se faz próxima dos que estão próximos, me coloco a pensar. Aonde estou indo, o que estou fazendo? Vamos valorizar? Cada minuto é um minuto, o que foi segundos atrás, pode nunca ser mais! O mistério de morrer é algo que vai além do saber, É indefinível querer expressar, pensar ou descrever Melhor que um corpo velar, é nele vivo pode mostrar o nosso prezar.

A vida é frágil, a vida é curta...

A vida é curta, frágil... O tempo não para você pensar, o seu corpo não espera. Amadurece ou não, envelhece, esquece.. Nesse curto prazo tudo pode acontecer, podemos, melhorar, revolucionar ou retroceder A única certeza, é que, um dia vamos morrer! Esqueça a utopia do céu, esse sim nos faz todos réus. Como a criança que quer descobrir o mundo, sem ideais, sem preconceitos, sem julgamentos sem dedos na cara, Pare e pensa, o tempo não para! Seja sensível, olhe nos olhos, olhe-se, fique sozinho... Faça do tempo, o seu tempo, da vida um desenho daquilo que acredita, e sinta-se confortável. Antes de adoecer fisicamente, trabalhe a mente, abra a mente, olhe o agora, no momento presente. Melhor que se sentir mal, pela falácia, não esqueça que somos todos vitimas... Vitimas de nós mesmos. Meu corpo é ato politico, existir é ato politico, resistir é. Hoje me assusto com a ameaça de ser quem eu Sou, Me assusta saber que tudo o que criamos, rótulos, crenças, gêneros, regras, regras, regras, etiq...

Humanos desumanos.

Não é se desesperar ,pelo que pode vir a ser, é carregar o peso de imaginar que, muitos morreram em VÃO, Por serem, simplesmente quem são., De qualquer forma, independente do resultado, o que era mascarado, velado, agora está ESCANCARADO! Eu não vou ser um fardo, nem encaixotado por seu pensamento QUADRADO. Sim, me sinto fraco hoje, por toda essa energia negativa e peso fúnebre que estamos sentindo. Não podemos imaginar o que foi uma ditadura ou holocausto, porque não vivemos nesse período, Mas podemos sentir o peso, a dor só por imaginar essa barbárie. O impacto mundial, DESUMANO dos "HUMANOS".                                                     (Rafael A. Domingos)

E como já diziam : O silêncio é o remédio.

E como já diziam : O silêncio é o remédio. Só ele para curar as faltas, Às dores remoídas e os incômodos escondidos Melhor que  dizer adeus,  é dizer até logo, tudo se cura...ou não. Vai de nós se acostumar ou repensar. Hoje  sou, amanhã já não sou... Hoje supro-te, amanhã torno-me insuportável. Às faltas são várias, é sempre é melhor se recolher si.                                                                                                                                                          ( Rafael A. Domingos)

Vejo as nuvens tão vivas no céu..

Vejo as nuvens tão vivas no céu O contraste do azul e o branco cintilante. Me acalma a plenitude das nuvens, as vezes acordar, e sair das minhas nuvens negras  e ver o céu  expondo sua beleza natural, gratuita,  formada por fenômenos naturais... Vejo em mim, o egoísmo de ficar preso nas minhas bolhas e não olhar para o céu,  mas olhar de verdade!  E se contagiar com a vivacidade e sua luz penetrante. No céu de nossas cabeças, muitas vezes escuras... A natureza em si é uma grande tela,  todos os dias pintando uma paisagem diferente no universo. Você já olhou para céu hoje?. (Rafael A. Domingos)

Pode parecer bobagem...Tenho que lidar com o pessoal, o social e a moral...

Sabe quando parece que você é o protagonista de um filme, filme esse que só existe na sua cabeça? Todos acham isso, de sí... Vivem em seus filmes, onde a perspectiva em primeira pessoa, nos coloca como protagonistas... Não é nossa culpa . Somos, esse corpo e acredito que não há separação... Sei lá as vezes fico bugado... Essas coisas que discuto comigo. Tenho que lidar com pessoal, social e a moral. Pe-sa-do.

O famoso viés alheio...

Pessoa parece de  mutilar-se . Com medo do que outros vão pensar. Apenas faça sem pensar... É ego? Foda-se! Experimente. Você não é o que os outros pensam. A não ser que, se fizer com que a palavra do outro se torne verdade. O famoso viés alheio lhe manda e molda . Esse é  lado positivo da sua mente falando, apenas me de mais voz.

Embriagados...

Eu prefiro experimentar esses momentos embriagados e de querer chorar para espulgar aquilo que fica na cabeça martelando e me tirando a paz dos dias em casa...

Hoje, que foi ontem que foi hoje!

Hoje eu bebi para me aguentar, não queria parecer fraco. Mas as vezes viver, o improvável me faz forte, porque me surpreendo, não só com o a caso, mas as possibilidades, do nada se transformar.... Eu me assusto, quando paro para pensar,  aonde penso em chegar e o que a vida já esta a se vivenciar... Me assusta querer planejar demais, porque tudo é incerto... Amanhã jamais saberemos o que irá acontecer, apenas deduzimos, o que de melhor deveria ser... Eu vivendo e testando e  me adequar ao  sistema ridículo que nós criamos. Esse emaranhado que fica difícil desembolar... Gente como eu amo as palavras que terminar com R e tudo isso... Parei...

sobre esse momento incerto...Eu só digo que te amo, e ninguém jamais saberá o que é isso.... Um amor de loucura , de sí, que compartilham e experimentam,... Vou dormir aos prantos, mas sem nenhuma lagrima derramar...

Não queria me importar. Mas sempre me vejo a confrontar Essa minha imagem destoada, Me vendo de várias escalas.  De baixo, de cima, sempre procurando um ângulo. Mantenha-se reto a se empinar, postura precisa  mostrar....  Eu me sinto mal por não se sustentar... Quantas vezes me vi e me vejo a querer mudar. Acho bonitinho querer rimar e mesmo assim fico me achando  bobo.... Ah como quero chorar... Essa desprenteciosidade,  sem eu querer me arriscar, eu sai e mesmo com remédio na guela me pus à dançar,... Detalhe, sem me  censurar....São tantos Rars....  Estou enjoado de querer parecer culto. Entendido. Ou rimado. Eu nunca pude contar, antes... Agora eu posso brigar com aquele me indetifico... Se odiamos, se amamos e no fundo se gostamos. Porque tiramos aquilo,  do que nos é tirado. Ele será sempre ele, com seus vários jeitos, do engraçado ao emburrado, esse é ele. Esse é eu....

POP ART: Trabalhos feitos com autodesk sketchbook

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Sobre (Nós)

                                                Não sou fácil nem difícil,  Não sou bom nem ruim, somos todos assim Nuances e variantes! Prefiro ir além do comum, dos olhos cegos de quem enxerga. Sensível, insensível, sociável e me sinto muito bem sozinho! Gosto de diálogos, brisas, laços e laços que respeitem meu espaço! Falar demais e muitas vezes, quieto ficar, gosto daquilo que flui ao natural, sem forçar, obrigar ou rotular. Amo afetos e contatos na mesma medida, que não!  Prefiro os que se deixam levar, sem idealizar totalmente aquilo que desejar,  para aparentar, aparecer, se estabelecer ou se preencher. É melhor sempre a sua base, SER VOCÊ, MESMO! Nesse constante fluxo de mudanças, metamorfoses é tudo improvável frágil, mutável, subjetivo a cada um.. Existe sempre o bem em comum e incomum,...

Eu sou Inconstância...

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Eu sou inconstância.... Ao mesmo tempo que quero dançar, vejo na cama sem ânimo para levantar. Da falácia à boca quieta, do entusiasmo ao marasmo; Eu sou inconstância De manhã tudo pode mudar, e a noite sem rumo, eu posso ficar A vida me coloca provocações, mas muitas vezes, eu procuro essas interrogações. Ah inconstância, você de mim já faz parte.       ( Ilustração e Texto Rafael Antonio Domingos)