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Durante à noite, foi um, vira pro lado e vira pro outro, cabeça cheia à tagarelar. ( as vezes até o dia clarear) Depois de alguns horas dormir cedinho acordo, ansioso, agoniado. Na maioria das vezes passo o dia  na cama, mas quando quero melhorar, me obrigo a levantar e tento os acúmulos arrumar,( porque se não, não dá pra andar) Isso pode levar horas, ficar em pé em determinados dias é uma guerra interna... Drasticamente as coisas podem mudar, eu levanto e quero dançar, cantar e gritar...

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Tinta Óleo sobre tela. Tinta oleo sobre tela Tinta Sobre Óleo. tinta óleo sobre tela. Tinta de tecido sobre tecido .

As vezes me pego pensando onde quero chegar.

As vezes me pego pensando onde quero chegar. Essa rotina mórbida me cansa, parece que vivemos no automático, mal nos olhamos, ou conseguimos apreciar coisas simples da vida. As pressões sociais atrofia o cérebro das pessoas, existem preocupações não preocupantes. Me assusto em pensar em viver num ciclo apenas de rotinas, preocupado apenas em pagar as contas. Tenho que acender todos os dias a "caixinha escura" para não esquecer dos meus objetivos. Quero experiências, sensações e novos conhecimentos, não quero viver no conformismo!                                                                                              Rafael A. Domingos 2016

Ele sente demais...

"Ele sente demais... Seus sentimentos transbordam em seu olhar, seu maior desafio é controlar suas emoções pois o fato de sentir demais interferem sua visão e seus instintos. Muitos não o entendem e fazem seus julgamentos irracionais, rotulam de bobo e carente. Mas como julgar o que não se conhece? Sentimentos são indescritíveis. Ele conhece a guerra da razão e emoção e desconstruir muitos conceitos não é fácil por mais racional que você seja"....                                                                                                                               Rafael A. Domingos 2016

Ele se sente vazio...

" Ele se sente vazio, com instabilidade de humor. Apesar de saber que ninguém pode completar suas lacunas além dele mesmo, isso o afeta diretamente. Antes tudo tinha um propósito na sua cabeça moldada, mas quando se questionou das coisas que se diziam certas, entrou em conflito. "                                                                                 Rafael Antônio Domingos 2016

Ele se entregava demais...

" Ele se entregava demais... Mas não era para qualquer um, tinha que acontecer uma ligação, um elo de empatia e ideias. Foram poucas as vezes, mas certa vez aconteceu. Seu apego ultrapassava a sua razão e os sentimentos de solidão e desvalorização transbordavam dentro dele. Lutava para se livrar do apego, e sabia que essa guerra estava longe de acabar..."                                                                                                                                                                     Rafael A. Domingos 2016

Numa noite fria..

"...Numa noite fria, onde a agonia se fazia presente, e em um ato de desespero deu ouvidos a sua razão. Em um lampejo de realidade, olhou para sí e decidiu galgar novos caminhos. Ele sabia que seus medos tentariam lhe vencer, mas estava disposto a traçar novamente essa luta. Sua auto sabotagem estava no limite, e se mutilar já não lhe trazia mais alívio..."                                                                                                                                                                                      ...

Seus fantasmas gritam suas piores fraquezas...

"...Seus fantasmas gritam suas piores fraquezas e sua luta ainda não está vencida. Ele parece ser paciente, mas no seu subconsciente gritos ensurdecedores de libertação. A sensação de fim, são constantes, mas ele tenta enxergar a pequena luz na sua escuridão. Ele é a mescla da luz e da sombra, em seu olhar profundo e misterioso ainda há doçura..."                                                                                                                                                                                          ...

"No fervor da aflição perguntou ao vento...

" No fervor da aflição perguntou ao vento: " O que seria a vida? ". Sem resposta respirou profundamente e engoliu a mágoa de não saber o seu sentido. Sentia- se sufocado e sem rumo, não sabia qual era o remédio de sua dor, vivia numa ansiedade sem fim. " Rafael A.  Domingos 2016

Viver.

Viver. " Quando descobri que viver sem pretensão , armação, alienação me faria viver. Viver sem destinar, desenhar, sem sonhar! Apenas viver. Viver o agora sem a pretensão de morrer. Sorrir, brincar e desapegar! Não precisa guardar, acumular para recordar... Viver sem que o relógio possa cronometrar ou calcular, Viver. "                                                                          Rafael A. Domingos - 2016 

.Ele já não quer mais dor...

..Ele já não quer mais dor. Está fatigado de si próprio e das emoções que o sufoca. Sente o desequilíbrio por várias vezes, desconstruindo doutrinas e regras ditas.  Sua melhor terapia agora, é o seu silêncio, já não aguenta mais sua mente barulhenta, presa em seu corpo indisposto. O desgaste da rotina.  Vendeu sua liberdade, criou várias máscaras e personagens. Adaptou-se para não aniquila-se.  Agora ele não tem mais um roteiro, só quer arrancar  a raiz da dor.                                                             Rafael A. Domingos - 2016

A fera quer se alimentar de sí próprio, para fugir de sí...

" Quando está faminto. Faminto há ponto de perder à razão, e seus instintos revelam -se , e por instantes, seu lado visceral são seus olhos, a sua razão. Descontrole físico, a cada rosnada do seu estômago, descontrole e fisgada, descontrole a cada camada abissal de sí. O animal impulsivo, compulsivo quer se alimentar, e cobrir, cada lacuna vazia de seu âmago. A fera quer se alimentar de sí próprio, para fugir de sí. Segue a insuportável escravidão de ser o ideal, mais desleal que possa existir. Não consegue respirar a vida, a morbidez da vida."                                                                                            Rafael A. Domingos  - 2017

As vezes as lembranças de infância voltam e me fazem sentir saudades do tempo em que brincar era minha única vontade.

As vezes  as lembranças de infância voltam e me  fazem sentir saudades do tempo em que brincar era minha única vontade.  Do período da escola, apesar das chacotas, lembro de amar o ambiente da sala de leitura e os dias em que podíamos ficar fora da sala, na quadra. Brincar no quintal, pisar no barro, tocar as campainhas e sair correndo, passar o dia pintando, desenhando, sem ver as horas passar... Brigar e minutos depois abraçar, se desculpar. Essa ingenuidade, sinceridade me fazem falta. Por isso eu digo, a vida adulta é guardar tudo isso na memoria, sem volta. São cobranças, rotinas e desavenças continuas... Eu sei que, o passado deve só na lembrança ficar, sem ter que no presente, querer voltar. Mas o que ser adulto pode nos  tornar, assassinos da nossa humanidade, isso sem querer generalizar... Mas matar por matar, as diferenças não saber respeitar, é a criança que fomos um dia assassinar! Querem a nossa boca calar, com doutrinas e dogmas ancestrais, que não con...

A luta não acabou...

E o povo alienado, elegeu o fascista declarado! Em tempos de ódio é difícil se manter sombrio Com promessas que ameaçam as nossas vidas,  o POVO elegeu mais um FASCISTA!  As minorias aplaudindo com fogos e sorrisos, as chibatas que nas suas costas estralam. Pobres que foram votar, nem sabiam o numero na urna digitar. É assim que eles ganham nas nossas costas, nos fazendo de idiotas... Ao invés de, através da educação nos ajudar, facilitaram as armas,  para à violência só aumentar! Mas isso não é de hoje, são muitos anos de resistência, para morrer nossas lutas em só 4 anos de sentença! Meus caros irmãos de luta e de guerra,  ficaremos triste hoje, mas amanhã levantaremos e  resistiremos.                                                                       ...

E por vezes eu...

Eu nunca me senti parte de nada, sempre senti ( sinto) desconfortos, tanto com o social e comigo mesmo. Eu gosto de interação ao mesmo tempo que não. Me viro bem com relação aos disfarces, minha coleção dos vários que posso ser ou sou, aparece em seu momento certo. Camuflagem? Não sei, só que  tudo parece ir contra mim. Não é romantizar é apenas externar aquilo que  fica, a me incomodar. Quantas vezes de estranho fui chamado, apenas por ser calado.  E por vezes eu, mesmo acreditei nisso. Mas quando eu parei para pensar o que é estranho, me veio varias questões e interrogações! Eu nunca consegui manter uma linha, sempre cai por terra. Meu olhos entregam fácil o que minha boca não fala... Fico muito desgastado emocionalmente sem saber, ao certo o que sinto. Odeio a obrigação de fazer algo, tudo que envolve obrigatoriedade, me causa desconfortos, inibição. As vezes cometo muito excessos, seja o comer, falar, ou no meu canto ficar... E nisso, o meu corpo...

Será que tudo precisa se encaixar?.

Foram tantos sins querendo dizer não, eu já fui segundo plano para coloca-los em primeiro. Ser sincero consigo é linha em constante crescente. Descascar-se em carne viva exige luta, porque tem carnes, nossas carnes, são difíceis de rasgar... Foram anos tentando montar  um quebra cabeça, com todas as minhas partes, desorganizadas e encontrar esses encaixes certos, tem sido diariamente, tatear sobre a escuridão, sem saber ao certo qual peça vou encontrar, ou se vai se encaixar... Certo é que cada experiência é uma nova vivência, e viver amadurece ou não! Esse quebra cabeça que é essa vida, com peças incertas, horas que encaixam, horas nos estressam, eu sempre fico a pensar: Será que tudo precisa se encaixar?.                                                                      Rafael A...

Na minha estranheza, que me pus, ou puseram-me, fico confuso em pensar sobre a sensibilidade do animal que se diz racional

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Meu lado visceral é como um mostro invisível, que dorme e não se sabe quando vai despertar. Inconstante, Quando acorda me tira o ar, me dilacera por dentro fazendo com que eu brigue comigo. É como se o meu lado negro invisível aos olhos cansados do mundo, pelo homem pintado, e das promessas de céus. Me rebelasse em revoltas, sendo Ouroboros, Destrutivo a si próprio... Ou não. Eu sou meu caos! Penso em me controlar, mas existe dualidade. Sentimentos incontroláveis como entidades que ficam a merce do improvável sentimento de ser. Na minha estranheza, que me pus, ou puseram-me, fico confuso em pensar sobre a sensibilidade do animal que se diz racional. Não consigo me encaixar, ou usar correntes de outros. Eu sou a minha própria prisão! Minha própria tortura. Em algumas manhãs consigo enxergar a simples e magnifica beleza da luz que penetra a janela de vidro quebrado, e quando atravessa à cortina branca amarelada, cria uma nuance tão linda que me faz ter, outra perspectiv...

Nem que eu quissesse explicar você não entenderia.

Nem que eu  quisesse explicar,você não entenderia. Sentimentos não se explicam, se sentem, é subjetivo. Tem dias que não existe cor, ou música que faça vibrar. A agonia de carregar-se é um farto, que mal me deixa ficar em pé. Tudo incomoda, principalmente as pessoas. No fundo um desejo incessante que tudo isso passe. As vezes é muito forte a ponto de ser algo que controla meus pensamentos, atos, ânimos...

Mais um dia...

Entrei em casa depois da meia noite. Já exausto de um longo dia,  de  mais de doze horas longe do meu "lar". Lar esse, que  já não sei se posso chamar  de doce. Chego tão cansado que mal consigo desfrutar dessas pequenas horas que fico sem ter se preocupar, e sem e marcar ter meu ponto, para que nem um minuto, venha a descontar... Às vezes, bebo algo para relaxar, coloco uma música para dançar. Mas rapidamente o cansaço se faz forte, depois de horas em pé no  transporte. E quando penso em me distrair, ou ver um filme  que faça  refletir, me lembro que já são quase duas horas da madrugada. E me preparo para dormir. Mais tarde à onze ou antes, preciso levantar, porque para o trabalho preciso me aprontar.  Assim começa mais um dia. Nesse ciclo, que cansa ( nós), não sei como que fazer, vendo todas as minhas energias, não me priorizo, bem vindo ao Capitalismo.                        ...

Passa a vida, corre o tempo...

Passa a vida, corre o tempo Nada volta a não ser a memória. Não me entendo, logo não entendo os outros. Ando sofrendo de mim mesmo e das lacunas de dores profundas. Nada me sustenta, a não ser as válvulas que meus descontroles, criaram para se distrair                                                                        Rafael A. Domingos.