Sinto o declínio da sanidade, o esgotamento transborda e me afoga, nas incertezas de tudo... Sinto a agonia de procurar evasões vazias. Em cascas supérfluas, criar formas externas de afirmação. Todo tempo, todos os lados emitem formas de posturas, e gritos silenciosos, velados... É como um irmã, você apenas sente-se puxado sem um controle, você se envolve e entrega seus olhos ao marasmo confortável. Mas será que é só isso? Dias iguais, repetições daquilo automático. Me sinto um furacão em erupção, queimando por dentro, sinto o desastre da gaiola "invisível". Engessado, imóvel, inerte... Até as lagrimas são controladas, elas vem e ficam bloqueadas, e como pesam... É inexplicado o conflitos de sensações e emoções. Nilismo, céticismo e todo peso de entender-se, de ser, de precisar SER. Queremos só conformo e gozo! Perder a sanidade é como uma luz no fim do túnel. talvez seja a melhor gozada!